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MINDSET

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Eu tenho ouvido de diversas fontes, religiosas, esotéricas e afins, que o mundo está passando por uma grande transformação com essa pandemia e que o diferencial é a energia.
Bom, sou acadêmica, empreendedora e não me cabe aqui entrar nos assuntos da fé. Mas cabe sim falarmos de algo muito relacionado a isso e que acredito ser de extrema importância: O MINDSET.
Em tradução livre, poderíamos usar o termo: “Estado de Espírito”. Mas acredito que seja bem mais do que isso.
Mindset é a nossa forma pessoal de ver as coisas. É o nosso padrão de pensamentos e emoções em reação aos fatos do cotidiano. É o prisma que vemos a vida. Nossa lente do mundo, nossa programação mental.
Um simples dia de chuva pode representar para alguns uma chateação sem fim, com dia cinza e um transito infernal e para outro, trazer a leveza da brisa e o frescor para um forte calor.
Mas como acontece isso?
Segundo a Carol S. Dweck, no seu livro “MINDSET – A Nova Psicologia do Sucesso” , a opinião que você adota a respeito de si mesmo, afeta profundamente a maneira pela qual você leva a sua vida. E essa opinião pode decidir se você se tornará a pessoa que deseja ser e se realizará aquilo que é importante para você.
Eu acredito que o nosso conjunto de crenças e valores, somado a nossa experiência, são como filtros de fotografia, que podem deixar as imagens mais coloridas, ou mais cinzas. Ter a percepção do nosso filtro e mais, transformar esse filtro em uma ferramenta positiva é o grande desafio de hoje. Mas conseguir isso sozinho, não é fácil.
E é nesse momento que os líderes corporativos, precisam ter ferramentas de neurociência, arquitetura de crenças, inteligência emocional. Com sensibilização, orientação e propósito, lideres podem inspirar seu grupo e transformar os mindsets não só da sua equipe, mas transformar toda uma cultura organizacional.

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ESSE NOVO MUNDO BANI

Eu já escrevi aqui sobre Mundo VUCA, se você não conhece esse termo, recomendo que leia meu artigo antes de continuar…

Pois bem, esse acrônimo (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) constantemente usado para explicar o Mundo que vivemos, atingiu seu ápice no final dos anos 10, mas hoje, em pleno 2021, com 1 ano de pandemia sendo vivida mundialmente, ele não só perdeu seu significado, como deixou de fornecer insights úteis sobre a questão básica: Como podemos lidar com as circunstâncias atuais?
E com isso, surge uma nova terminologia: BANI. Que tangibiliza uma imagem mais clara do que o mundo nos parece hoje. Esse novo mundo, não contradiz o que já era dito no Mundo VUCA, ele potencializa seu significado, elevando o patamar de entendimento. Isso porque, o que costumava ser volátil, deixou de ser confiável. E essa incerteza, essa insegurança, tornou as pessoas mais ansiosas. Começamos a perceber que os sistemas interdependentes, obedecem a lógicas não lineares e a ambiguidade que sentíamos, deu lugar a uma grande incompreensão.

E daí o acrônimo BANI, do inglês: Brittle, Anxious, Non Linear e Incomprehensible.

A palavra Brittle, significa frágil, quebradiço, inseguro. Tudo o que acreditamos, tudo o que vivemos, pode quebrar do nada, mesmo que possa parecer confiável, flexível e até mesmo inquebrável. É fácil entender essa expressão, quando todo o nosso lifestyle, desmoronou na pandemia. Socialização, troca de carinhos, contato pessoais, que antes faziam parte inerente da nossa vida, foram banidos, assim como nossa livre circulação. Mas existem outros exemplos de sistemas interconectados frágeis no nosso cotidiano, que já estavam se tornando realidade, independente da pandemia: uso de recursos naturais, suprimento de comida, abastecimento de energia, comércio global. Em um mundo interconectado, uma falha desastrosa em um país, pode causar um efeito cascata em todo o mundo.
Nossos sistemas críticos estão essencialmente interligados e não possuem sistemas à prova de falhas. Se um componente falhar, o resultado poderá ser uma série de sistemas falhando e caindo como dominós, um após o outro. Faça mentalmente o exercício de imaginar isso acontecendo com o sistema financeiro ou com o sistema de defesa de algum país com armas nucleares.
E, obviamente, a consequência desta constatação é o sentimento de ansiedade generalizado. Onde as pessoas, se sentem impotentes e incapazes de tomar decisões. E enquanto se sentem paralisadas esperando o próximo desastre acontecer, se tornam passivas e dependentes, delegando ao outro a responsabilidade. Some a isso, a mídia inundando cotidianamente as pessoas com fatos, sem muitas vezes trazer indícios do que seria certa ou errado e quais ações levam a quais consequências, aumentando ainda mais a sensação de incerteza e ansiedade. Sem falar das Fake News, potencializando ainda essa sensação.
Nesse ambiente, a construção de um mindset positivo, é vital para que as pessoas aprendam a lidar positivamente com as circunstâncias, direcionando sua mente para a identificação de oportunidades e saindo assim da perplexidade.
A próxima letra, o N, vem da não linearidade. Isso quer dizer, que a lógica tradicional de causa e efeito, não mais se encaixa perfeitamente e não pode ser avaliada com a antecedência habitual.
Pequenas decisões podem ter impactos desproporcionais, benéficos ou devastadores, quando se aumenta a proporção tempo x espaço. Isso porque, se analisarmos períodos maiores de tempo, ações sem importância, acabaram levando a consequências não vistas imediatamente.
O aquecimento global, da forma que está se manifestando hoje, é resultado de decisões tomadas há 40, 60, 100 anos.
A pandemia, introduziu uma crise sem precedentes em termos de escala, extensão, infecção e taxas de mortalidade, que só saberemos a real extensão de impacto na saúde, economia, comportamento, política daqui a muitos e muitos anos.
O mesmo se aplica a todos os sistemas complexos, como a economia, sistemas biológicos, à ciência… As consequências plenas de qualquer causa podem levar muito tempo para emergir.
E por fim, a última letra é o I de incompreensível. Esses resultados não lineares de qualquer causa, eventos e decisões, parecem carecer de qualquer lógica ou propósito. Não podemos compreender a causa porque ela pode ter se passado há muito tempo ou parecer muito terrível ou ainda totalmente absurda.
E ter mais informações e dados disponíveis, também não significa encontrar uma resposta. Pois quanto mais aumentamos nossa captação de sinais (dados), mais o ruído também aumenta, enquanto a nossa capacidade de entender o mundo, permanece a mesma, pois biologicamente, mantemos nossa capacidade de processamento de pensamentos inalterada.
Sempre que trabalhamos com cenários futuros, tendências, corremos o risco de adotar uma visão apocalíptica das coisas. Embora, estejamos num momento mundial, onde o pessimismo tem um importante papel, é fundamental, que ao entendermos os conceitos do BANI, possamos estabelecer novas ligações entre causas e efeitos através de um framework estruturado que possa direcionar reações para os principais problemas.

Em relação ao desenvolvimento pessoal e liderança, surgem também as principais tendências associadas a esse novo prisma. Se algo é frágil, precisamos desenvolver a resiliência e a força; se estamos ansiosos, precisamos de empatia para com o outro, capacidade de foco e atenção plena; se precisamos entender a não linearidade, necessitamos de contexto e adaptabilidade e, se iremos encarar o incompreensível, precisamos mais do que nunca valores, transparência, fé e intuição.  

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STARTUP DE VERDADE

Vamos falar sobre startup? Agora todo mundo que começa a empreender, diz que abriu uma startup! Sua vizinha começa a vender brigadeiros pelo Rappi e diz que abriu uma startup gourmet. Muita calma! Vamos falar sobre startup de verdade! Não simplesmente usar um nome cool para quem está se virando para sobreviver nos dias de hoje. Empreender para mim, é coisa séria, precisa ter coragem, garra. Mas empreender é uma coisa, montar uma empresa é outra coisa e montar uma startup é uma coisa diferente ainda. Todas têm os seus desafios e seus valores. Mas cada coisa é uma coisa! Mas deixando as coisas de lado, vamos focar na startup! Segundo Steve Blank, startup é uma organização temporária, projetada para buscar um novo modelo de negócios repetível e escalonável.

Meio confuso, não é? Vamos por partes…

O que é um modelo de negócio? 

Um modelo de negócios descreve como sua empresa cria, entrega e captura valor. Ou sendo bem objetiva, um modelo de negócio descreve como sua empresa ganha dinheiro.

Pense em um modelo de negócio como um desenho que mostra todos os fluxos entre as diferentes partes da sua empresa. Um diagrama de modelo de negócios também mostra como o produto é distribuído para seus clientes e como o dinheiro retorna para sua empresa. E mostra as estruturas de custos da sua empresa, como cada departamento interage com os outros e onde sua empresa se encaixa com outras empresas ou parceiros para implementar seu negócio.


Exemplificando: Alguém aqui paga para usar o Facebook? Ou o Instagram? Ou o WhatsApp? Se você acha que não, está redondamente errado.

Nós pagamos com os nossos dados. Nossas informações, nosso histórico, nossas buscas alimentam um banco de dados extremamente valioso que é vendido a anunciantes, pesquisadores, governos…

Mas lá atras, no momento da ideia, isso não era claro, aliás, nem sabiam se era possível. Eles precisaram criar e desenvolver um novo modelo de negócio, uma nova profit formula, uma fórmula de receita que viabilizasse o desenvolvimento da ideia, atraísse investidores e desse lucro.

Então, para ser uma startup é preciso ter uma organização temporária para criar uma nova forma de ganhar dinheiro. Isso quer dizer, que o mesmo Facebook que usamos de exemplo, foi uma startup no momento que a ideia estava sendo concebida e implementada. Mas hoje não é mais. A “formula de ganhar” dinheiro já foi validada e agora pode ser repetida. E o Facebook é hoje uma empresa.

Faltou para fecharmos essa explicação, só uma palavrinha… escalonável. E é aí que está a essência de uma startup. Mais do que criar uma nova forma de ganhar dinheiro, a startup precisa ter um resultado desproporcionalmente grande, pelo menos 10x maior do que uma empresa convencional. E isso acontece devido ao uso de novas técnicas organizacionais que alavancam as tecnologias.

São construídas com base nas tecnologias da informação, que desmaterializam o que antes era da natureza física e o transfere para o mundo digital sob demanda. E é representado pelo gráfico abaixo da Singularity University, conhecido como os 6 Ds da Inovação.


Parece complexo, mas você já vivenciou isso acontecendo várias vezes. É só você ouvir música. Isso mesmo. Quando eu era pequena, nós ouvíamos LP. Era um disco de vinil preto, com vários risquinhos que você punha numa vitrola para ouvir. As ranhuras desse risquinho, ao serem atritadas por uma agulha especial, numa rotação determinada, reproduziam o som.

Nesse momento, a música, era um produto analógico. Você precisava do disco e da vitrola. Mais ainda, você precisava ter o disco, que era vendido em lojas especializadas. Esses discos eram fabricados e distribuídos a essas lojas por uma indústria extremamente robusta. A indústria fonográfica.
Dentro da evolução. A música antes analógica, foi digitalizada e passou a ser um arquivo gravável em um CD. Pouca coisa mudou em um primeiro momento, uma decepção. Ao invés da vitrola, você precisava de um CD Player, que poderia ser encontrado também acoplado ao seu computador. Mas o resto, quase todo igual.
A disrupção (quebra de mercado – prometo falar mais sobre isso no futuro) acontece quando esse arquivo contendo a música, passa a ser armazenado na nuvem. E quando isso acontece, o físico se desmaterializa. Não é mais necessário ter um LP, um CD. Não é mais necessário ter um hardware específico. Toda a cadeia de produção e distribuição deixa de existir. E todos os custos referentes a isso, também. Que é o que chamamos de desmonetizar. O que antes tinha valor disco, vitrola, loja, perde sua função completamente. E o mercado é democratizado, você não precisa mais comprar a música fisicamente e não é mais necessário ter um aparelho específico para reproduzi-la, qualquer dispositivo digital serve.
Tá bom… onde entra o escalonável nisso? Entra que antes, para eu ter 1 milhão de ouvintes, eu precisava produzir e distribuir 1 milhão de cópias de um LP. Hoje, para ter 1, 1mil, 1milhão, 1 bilhão de ouvintes, eu preciso de apenas 1 arquivo digital disponibilizado numa plataforma. Eu posso crescer meus ouvintes, sem impactar no meu custo de produção.
É por esse motivo, que sempre que falarmos em startup, estamos falando de um produto digital, nunca físico.
Sendo assim, quando sua vizinha do andar de baixo, te contar que ela abriu uma startup de brigadeiros, você vai recomendar a ela esse texto.

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A PANDEMIA E A POLÍTICA

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Há exatos um ano, o Governo do Estado de São Paulo publicava o seu primeiro decreto com restrições de circulação e funcionamento. Antes de entrar no assunto que me proponho aqui, gostaria de honrar e lamentar o luto de diversas famílias, como também agradecer o milagre da minha família estar com a saúde preservada até o momento. O fato é que de alguma forma, todos nós somos atingidos por essa pandemia. Eu acredito que existem 5 alicerces na vida de uma pessoa: (1) Saúde; (2) Espiritual; (3) Mental / Psicológica; (4) Financeira e (5) afetiva. E não conheço absolutamente ninguém que nesse último ano não tenha tido ao menos um deles abalado. Estamos todos sofrendo deste mesmo mal.

Poderia escrever um artigo sobre como a Pandemia afetou cada um desses alicerces, mas hoje o meu assunto é outro: Política.

Vamos esclarecer, sou um ser político, vivo numa sociedade política, não tenho nenhuma pretensão eleitoral, nem tão pouco vida partidária. Mas acredito no pensamento de Platão que diz que o destino daqueles que não gostam de política é serem eternamente governados pelos maus intencionados.

Eu gosto de política e entendo que apenas através dela, pode se criar mudanças efetivas numa sociedade organizada. Se você não gosta e acredita que pode viver sem política, peço que se atente nos exemplos que irei dividir com você sobre o quanto a política está impactando sua vida no último ano.

É a política que determina como a sua saúde será cuidada. Foi ela quem decidiu abrir hospitais de campanha e depois fechá-los. Foi ela também que decidiu na virada do ano cortar verbas significativas de diversos estados (inclusive São Paulo) direcionadas para manutenção de leitos de UTI.

É a política que escolhe priorizar a Cloroquina ou a Vacina. Que define se fabricaremos, aprovaremos, compraremos vacinas. Bem como decide quem toma primeiro, qual marca e quem distribui (rede pública e/ou privada).

É a política que influencia diretamente no seu bolso, quando decide se o seu estabelecimento tem que fechar. Que define se as jornadas podem ser reduzidas e se existe algum auxílio financeiro.

É a política que decide o que é essencial ou não. Se a escola abre ou fecha e se você pode ou não ir à igreja. É ela também que avalia que o largo corredor do shopping pode ser extremamente contagioso e o ônibus lotado, não.

E o pior de tudo, é essa disputa de poder, com políticas conflitantes entre cidades, estados e federação, que geram em cada um de nós, mais medo, mais ansiedade e insegurança ainda que o próprio vírus.


Se até hoje, você não tinha se dado conta da influência da política na sua vida. Saiba que a vida de todos nós depende dela. Pense nisso na hora de fazer suas escolhas. 

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